18 setembro, 2016

Costurar o tempo .



Costurar o tempo


"A gente podia poder costurar o tempo, bordando em cima dos erros para que eles sumissem.

Costurar as pessoas que gostamos pertinho, costurar os domingos um mais perto do outro.

Costurar o amor verdadeiro no peito de quem a gente ama, costurar a verdade na boca dos seres.

Costurar a saudade no fundo do baú para ela não fugir.

Costurar a autoestima lá em cima, para nunca cair.

Costurar o perdão na alma e a bondade na mão.

Costurar o bem no bem e o mal sobre o mal.

Costurar a saúde na enfermidade e a felicidade em todo o lugar e ir costurando a vida, um pouquinho de esperança em cada dia e muita coragem em cada ser humano." 




text:Janaína Cavallin

09 setembro, 2016

Nasceste no lar de que precisavas .


"Nasceste no lar de que precisavas.

Vestiste o corpo físico que merecias.

Moras no melhor lugar que Deus poderia te proporcionar, de acordo com teu adiantamento. 
Possuis os recursos financeiros coerentes com as tuas necessidades, nem mais nem menos, mas o justo para as tuas lutas terrenas.

Teu ambiente de trabalho é o que elegeste espontaneamente para a tua realização. 
Teus parentes e amigos são as almas que atraístes com tuas próprias afinidades. 
Portanto, teu destino está constantemente sob teu controle.

Tu escolhes, recolhes, eleges, atrais, buscas, expulsas, modificas tudo aquilo que te rodeia a existência.

Teus pensamentos e vontades são a chave de teus atos e atitudes, são as fontes de atração e repulsão da tua jornada vivencial.

Não reclames nem te faças de vítima.

Antes de tudo, analisa e observa.

A mudança está em tuas mãos.

Reprograma tua meta.

Busca o bem e viverás melhor."

Text : Chico Xavier

03 setembro, 2016

COMO A MEDICINA DA DOENÇA FUNCIONA





"Aos 30 anos, você tem uma depressãozinha, uma tristeza meio persistente: prescreve-se FLUOXETINA.
A Fluoxetina dificulta seu sono. Então, prescreve-se CLONAZEPAM, o Rivotril da vida. O Clonazepam o deixa meio bobo ao acordar e reduz sua memória. Volta ao doutor.

Ele nota que você aumentou de peso. Aí, prescreve SIBUTRAMINA.

A Sibutramina o faz perder uns quilinhos, mas lhe dá uma taquicardia incômoda. Novo retorno ao doutor. Além da taquicardia, ele nota que você, além da “batedeira” no coração, também está com a pressão alta. Então, prescreve-lhe LOSARTANA e ATENOLOL, este último para reduzir sua taquicardia.

Você já está com 35 anos e toma: Fluoxetina, Clonazepam, Sibutramina, Losartana e Atenolol. E, aparentemente adequado, um “polivitamínicos” é prescrito. Como o doutor não entende nada de vitaminas e minerais, manda que você compre um “Polivitamínico de A a Z” da vida, que pra muito pouca coisa serve. Mas, na mídia, Luciano Huck disse que esse é ótimo. Você acreditou, e comprou. Lamento!

Já se vão R$ 350,00 por mês. Pode pesar no orçamento. O dinheiro a ser gasto em investimentos e lazer, escorre para o ralo da indústria farmacêutica. Você começa a ficar nervoso, preocupado e ansioso (apesar da Fluoxetina e do Clonazepam), pois as contas não batem no fim do mês. Começa a sentir dor de estômago e azia. Seu intestino fica “preso”. Vai a outro doutor. Prescrição: OMEPRAZOL + DOMPERIDONA + LAXANTE “NATURAL”.

Os sintomas somem, mas só os sintomas, apesar da “escangalhação” que virou sua flora intestinal. Outras queixas aparecem. Dentre elas, uma é particularmente perturbadora: aos 37 anos, apenas, você não tem mais potência sexual. Além de estar “brochando” com frequência, tem pouquíssimo esperma e a libido está embaixo dos pés.

Para o doutor da medicina da doença, isso não é problema. Até manda você escolher o remédio: SILDANAFIL, TADALAFIL, LODENAFIL ou VARDENAFIL, escolha por pim-pam-pum. Sua potência melhora, mas, como consequência, esses remédios dão uma tremenda dor de cabeça, palpitação, vermelhidão e coriza. Não há problema, o doutor aumenta a dose do ATENOLOL e passa uma NEOSALDINA para você tomar antes do sexo. Se precisar, instila um “remedinho” para seu corrimento nasal, que sobrecarrega seu coração.

Quando tudo parecia solucionado, aos 40 anos, você percebe que seus dentes estão apodrecendo e caindo. (entre nós, é o antidepressivo). Tome grana pra gastar com o dentista. Nessa mesma época, outra constatação: sua memória está falhando bem mais que o habitual. Mais uma vez, para seu doutor, isso não é problema: GINKGO BILOBA é prescrito.

Nos exames de rotina, sua glicose está em 110 e seu colesterol em 220. Nas costas da folha de receituário, o doutor prescreve METFORMINA + SINVASTATINA. “É para evitar Diabetes e Infarto”, diz o cuidador de sua saúde(?!).

Aos 40 e poucos anos, você já toma: FLUOXETINA, CLONAZEPAM, LOSARTANA, ATENOLOL, POLIVITAMÍNICO de A a Z, OMEPRAZOL, DOMPERIDONA, LAXANTE “NATURAL”, SILDENAFIL, VARDENAFIL, LODENAFIL ou TADALAFIL, NEOSALDINA (ou “Neusa”, como chamam), GINKGO BILOBA, METFORMINA e SINVASTATINA (convenhamos, isso está muito longe de ser saudável!). Mil reais por mês! E sem saúde!!!

Entretanto, você ainda continua deprimido, cansado e engordando. O doutor, de novo. Troca a Fluoxetina por DULOXETINA, um antidepressivo “mais moderno”. Após dois meses você se sente melhor (ou um pouco “menos ruim”). Porém, outro contratempo surge: o novo antidepressivo o faz urinar demoradamente e com jato fraco. Passa a ser necessário levantar duas vezes à noite para mijar. Lá se foi seu sono, seu descanso extremamente necessário para sua saúde. Mas isso é fácil para seu doutor: ele prescreve TANSULOSINA, para ajudar na micção, o ato de urinar. Você melhora, realmente, contudo... não ejacula mais.

Não sai nada!
Vou parar por aqui. É deprimente. Isso não é medicina. Isso não é saúde.

Essa história termina com uma situação cada vez mais comum: a DERROCADA EM BLOCO da sua saúde. Você está obeso, sem disposição, com sofrível ereção e memória e concentração deficientes. Diabético, hipertenso e com suspeita de câncer. Dentes: nem vou falar. O peso elevado arrebentou seu joelho (um doutor cogitou até colocar uma prótese). Surge na sua cabeça a ideia maluca de procurar um CIRURGIÃO BARIÁTRICO, para “reduzir seu estômago” e um PSICOTERAPEUTA para cuidar de seu juízo destrambelhado é aconselhado.

Sem grana, triste, ansioso, deprimido, pensando em dar fim à sua minguada vida e... DOENTE, muito doente! Apesar dos “remédios” (ou por causa deles!!).

A indústria farmacêutica? “Vai bem, obrigado!”, mais ainda com sua valiosa contribuição por anos ou décadas. E o seu doutor? “Bem, obrigado!”, graças à sua doença (ou à doença plantada passo-a-passo em sua vida)."


text : Carlos Bayma

20 agosto, 2016

Não se esqueça todos os dias, de olhar em 6 direções



Não se esqueça todos os dias, de olhar em 6 direções

*Para frente* -
Para saber onde você está indo e planejar com antecedência.

*Para trás* -
Para lembrar de onde você veio e evitar os erros do passado.

*Para baixo* -
Para se certificar de que você não está pisando em outras pessoas e causando sua ruína ao longo do caminho.

*Para os lados* -
Para ver quem está lá para apoiá-lo, e ver quem precisa do seu apoio.

*Para cima* -
 Para se lembrar que Deus está no controle e que cuida de tudo e todos.

*Para dentro* - Para você lembrar do quanto precisa se melhorar no caminho

31 julho, 2016

Como curei minhas feridas emocionais e me libertei



1. Não tenha medo da dor das feridas emocionais

Dor e sofrimento não podem ser escondidos em um canto secreto de nosso ser. Todas as feridas sangram, toda dor emocional chora, grita ou é sentida em todo o abismo de solidão.

Suas emoções não são suas inimigas e nem o definem. Isto significa, por exemplo, que você pode sentir a dor da decepção em um momento muito específico de sua vida, mas toda a sua existência não será (ou não deveria ser) categorizada por esse sentimento.

A dor se vive no “aqui e agora” e deve ser entendida, compreendida e gerenciada da forma mais saudável possível. Caso contrário, optar por esconder essas emoções, trancando-as por toda a vida, tornará a nossa liberdade pessoal e emocional uma ilusão.

2. Você não pode mudar quem lhe fez (ou lhe faz) mal

Se você tem que conviver com uma família, pais ou irmãos que o machucam de alguma forma, você deve ter muito claro que você não pode mudar as pessoas que lhe causam mal. Você não pode mudar a maneira deles entenderem as coisas ou a personalidade dos mesmos.

Entretanto, você pode ser emocionalmente livre e curar a influência deles sobre você. Você é o que importa aqui e agora, você é quem está sofrendo
.
Muitas dessas coisas que você internalizou do seu passado “coçam” e até criam uma ferida invisível, e é aí que as prisões interiores se encontram. Liberte-se, entenda que isso não deve mais causar danos a você, tente perdoar mas, ao mesmo tempo coloque limites.

Cure as palavras ditas e as engolidas, cure a dor da decepção ou do desprezo, deixe os fardos irem de vez, levante a sua voz para declarar que você vai deixar de ser uma vítima. Você está curado, você renasceu e você está emocionalmente livre.

3. Cure as suas raízes

O que queremos dizer com curar as suas raízes? É sem dúvida uma questão complexa que envolve muitas áreas pessoais, muitas experiências e construções psicológicas. No entanto, considere essas dimensões.

Reflita sobre isto:

– Desative o ego do seu dia a dia, permita-se ter uma visão mais ampla e livre das coisas.

– Não se submeta às circunstâncias nem lute contra elas fomentando o ódio ou o rancor
Evite os extremos porque as duas dimensões irão aprisioná-lo e arrastá-lo. Mantenha o seu equilíbrio, a paz interior e priorize a sua liberdade emocional acima de tudo.

– Não se proteja sob um positivismo pouco objetivo. Não finja sorrisos quando você não os sente; isso é tristeza, porque dessa forma o que você faz é enfeitar sua árvore com folhas, quando as suas raízes estão doentes.

– Sinta suas emoções e administre-as corretamente, pois caso contrário você irá mascarar o seu crescimento pessoal. Você precisa ser corajoso e honesto consigo mesmo.


 From : http://amenteemaravilhosa.com.br


15 julho, 2016

A Lua que não dei ......


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A Lua que não dei.

Compreendo pais - e me encanto com eles - que desejariam dar o mundo de presente aos filhos.

E, no entanto, abomino os que, a cada fim de semana, dão tudo o que filhos lhes pedem nos shoppings onde exercitam arremedos de paternidade.

 E não há paradoxo nisso. Dar o mundo é sentir-se um pouco como Deus, que é essa a condição de um pai.
Dar futilidades como barganha de amor é, penso eu, renunciar ao sagrado.

Volto a narrar, por me parecer apropriado à croniqueta, o que me aconteceu ao ser pai pela primeira vez.
Lá se vão, pois, 45 anos.

Deslumbrado de paixão, eu olhava a menina no berço,
via-a sugando os seios da mãe, esperneando na banheira, dormindo como anjo de carne.
 E, então, eu me prometia, prometendo-lhe:

"Dar-lhe-ei o mundo, meu amor.
E não lho dei.”

E foi o que me salvou do egoísmo, da tola pretensão e da estupidez de confundir valores materiais com morais e espirituais.

Não dei o mundo à minha filha, mas ela quis a Lua.

E não me esqueço de como ela pediu, a Lua, há anos já tão distantes.
 Eu a carregava nos braços, pequenina e apenas balbuciante, andando na calçada de nosso quarteirão, em tempos mais amenos, quando as pessoas conversavam às portas das casas.

Com ela junto ao peito, sentia-me o mais feliz homem do mundo, andando cantarolando cantigas de ninar em plena calçada.
Pois é a plenitude da felicidade um homem jovem poder carregar um filho como se acariciando as próprias entranhas.

Minha filha era eu e eu era ela. Um pai é, sim, um pequeno Deus, o criador. E seu filho, a criatura bem-amada. E foi, então, que conheci a impotência e os limites humanos.

 Pois a filhinha - a quem eu prometera o mundo - ergueu os bracinhos para o alto e começou a quase gritar, assanhada, deslumbrada:
 "Dá, dá, dá..."
Ela descobrira a Lua e a queria para si, como ursinho de pelúcia, uma luminosa bola de brincar.
 Diante da magia do céu enfeitado de estrelas e de luar, minha filha me pediu a Lua e eu não lha pude dar.

A certeza de meus limites permitiu, porém, criar um pacto entre pai e filhos: se eles quisessem o impossível, fossem em busca dele. Eu lhes dera a vida, asas de voar, diretrizes, crença no amor e, portanto, estímulo aos grandes sonhos.

 E o sonho da primogênita começou a acontecer, num simbolismo que, ainda hoje, me amolece o coração. Pois, ainda adolescente, lá se foi ela embora, querendo estudar no Exterior.
Vi-a embarcar, a alma sangrando-me de saudade, a voz profética de Kalil Gibran em sussurros de consolo:

"Vossos filhos não são vossos filhos, mas são os filhos e as filhas da ânsia da vida por si mesma. Eles vêm através de vós, mas não de nós. E embora vivam convosco, não vos pertencem. Vós sois os arcos dos quais vossos filhos são arremessados como flechas vivas."

Foi o que vivi, quando o avião decolou, minha criança a bordo. No céu, havia uma Lua enorme, imensa. A certeza da separação foi dilacerante.

Minha filha fôra buscar a Lua que eu não lhe dera.

E eu precisava conviver com a coerência do que transmitira aos filhos:
 "O lar não é o lugar de se ficar, mas para onde voltar.
" Que os filhos sejam preparados para irem-se, com a certeza de ter para onde voltar quando o cansaço, a derrota ou o desânimo inevitáveis lhes machucarem a alma."

Ao ver o avião, como num filme de Spielberg, sombrear a Lua, levando-me a filha querida, o salgado das lágrimas se transformou em doçura de conforto com Kalil Gibran:

Como pai, não dando o mundo nem Lua aos filhos, me senti arqueiro e arco, arremessando a flecha viva em direção ao mistério.

Ora, mesmo sendo avós, temos, sim e ainda, filhos a criar, pois família é uma tribo em construção permanente.
 Pais envelhecem, filhos crescem, dão-nos netos e isso é a construção, o centro do mundo onde a obra da criação se renova sem nunca completar-se.

De guerreiros que foram, pais se tornam pajés. 
E mães, curandeiras de alma e de corpo. 

É quando a tribo se fortalece com conselheiros, sábios que conhecem os mistérios da grande arquitetura familiar, com régua, esquadro, compasso e fio de prumo.

E com palmatória moral para ensinar o óbvio: se o dever premia, o erro cobra.
 Escrevo, pois, de angústias, acho que angústias de pajé, de índio velho. A nossa construção está ruindo, pois feita em areia movediça.

 É minúsculo o mundo que pais querem dar aos filhos: o dos shoppings.
E não há mais crianças e adolescentes desejando a Lua como brinquedo ou como conquista.

 Sem sonhos, os tetos são baixos e o infinito pode ser comprado em lojas.

Sem sonhos, não há necessidade de arqueiros arremessando flechas vivas.

Na construção familiar, temos erguido paredes.

Mas, dentro delas, haverá gente de verdade?


Escritor e Jornalista Cecílio Elias Netto


27 junho, 2016

É preciso deixar ir até quem nos abandonou.......


É preciso deixar ir até quem nos abandonou
O deixar ir,  encerrar uma etapa de nossa vida, não se refere somente a dizer adeus a quem compartilha a vida conosco, num ato de decisão ou coragem.
É possível que não seja você quem esteja abandonando, pode ser que, na realidade, você tenha sido abandonado. Neste caso, a ideia de soltar, de assumir essa ruptura e avançar de novo em frente, é algo vital.
Devemos deixar ir quem nos abandonou,  por que  ao não fazê-lo nós seguiremos presos num infinito de emoções negativas que vão nos ferir cada dia mais. E os responsáveis, nesse caso, seremos nós mesmos.
Fechar esse ciclo de nossa vida, no qual ainda existe uma dor tremenda do abandono, requer tempo. O luto deve ser vivido, chorado, assumido e, mais tarde, deve-se aceitar o ocorrido até ser possível chegar a um perdão. Uma vez cauterizada a ferida, e quando nos encontremos livre de cargas por ter podido perdoar, nos sentiremos mais aptos para deixar ir com máxima plenitude.
Um abandono é a ruptura de um vínculo, e como tal, devemos “retornar” a nós mesmos.

Até pouco tempo, tal laço era nutrido pelo amor existente na relação. Agora que o cordão umbilical está partido, devemos nos reencontrar, nos cuidar, e nos entender para podermos reforçar o vínculo com a nossa autoestima, para voltar a olhar em frente. Fortalecidos.

20 junho, 2016

Brasil Inverno de 2016 ! Welcome ..Seja Bem Vindo


Importante ! 

Não deixe suas panelas brilharem mais do que você!
Não leve a faxina ou o trabalho tão a sério!

Pense que a camada de pó vai proteger a madeira que está por baixo dela!
Uma casa só vai virar um lar quando você for capaz de escrever “Eu te amo” sobre os móveis!

Antigamente eu gastava no mínimo 8 horas por semana para manter tudo bem limpo, caso “alguém aparecesse para visitar” – mas depois descobri que ninguém passa “por acaso” para visitar – todos estão muito ocupados passeando, se divertindo e aproveitando a vida!

E agora, se alguém aparecer de repente?

Não tenho que explicar a situação da minha casa a ninguém…
…as pessoas não estão interessadas em saber o que eu fiquei fazendo o dia todo enquanto elas passeavam, se divertiam e aproveitavam a vida…

Caso você ainda não tenha percebido:

A VIDA É CURTA… APROVEITE-A

Tire o pó… se precisar…

Mas não seria melhor pintar um quadro ou escrever uma carta, dar um passeio ou visitar um amigo, assar um bolo e lamber a colher suja de massa, plantar e regar umas sementinhas?
Pese muito bem a diferença entre QUERER e PRECISAR !

Tire o pó… se precisar…

Mas você não terá muito tempo livre…
Para beber champanhe, nadar na praia (ou na piscina), escalar montanhas, brincar com os cachorros, ouvir música e ler livros, cultivar os amigos e aproveitar a vida!

Tire o pó… se precisar…

Mas a vida continua lá fora, o sol iluminando os olhos, o vento agitando os cabelos, um floco de neve, as gotas da chuva caindo mansamente….
- Pense bem, este dia não voltará jamais!

Tire o pó… se precisar…

Mas não se esqueça que você vai envelhecer e muita coisa não será mais tão fácil de fazer como agora…
E quando você partir, como todos nós partiremos um dia, também vai virar pó!

Ninguém vai se lembrar de quantas contas você pagou, nem de sua casa tão limpinha, mas vão se lembrar de sua amizade, de sua alegria e do que você ensinou.

Afinal:

“Não é o que você juntou, e sim o que você espalhou que reflete como você viveu a sua vida.”


Text  : Autor desconhecido

15 junho, 2016

Anjos vêm em forma de amigos de patas...



"Ás vezes os anjos vêm em forma de amigos de patas, com focinhos de bolinha e coração puro, já nascem amando incondicionalmente, por isso não precisam passar tanto tempo nesse mundo..."


 " Somos deixados num mundo maravilhoso, encontramo-nos aqui com outras pessoas, somos apresentados uns aos outros e caminhamos juntos durante algum tempo. Depois nos separamos e desaparecemos tão rápida e inexplicavelmente quanto surgimos.."


“A vida é assim: a gente escolhe um caminho na esperança de que ele vá nos conduzir a um lugar de alegria.
 Tolos, pensamos que a alegria está ao final do caminho. E caminhamos distraídos, sem prestar atenção.
 Afinal de contas, caminho é só caminho, passagem, não é o ponto de chegada. Com frequência, a gente não chega lá, porque morre antes. 
Mas há uns poucos que chegam ao lugar sonhado – só para descobrir que a alegria não mora lá. Caminharam sem compreender que a alegria não se encontra ao final, mas às margens do caminho. ”


Rubem Alves – Livro: Variações sobre o prazer

"A alma é uma borboleta...
há um instante em que uma voz nos diz
que chegou o momento de uma grande metamorfose..."




"Aqueles que amamos nunca morrem, apenas partem antes de nós ".....


"Aqueles que se foram, agora são estrelas.
Os de bem, que ficam; estrelas, um dia serão".

Caio Eduardo

"Em todo tempo, passageiro é a vida...
O tempo tem pressa, e em cada parada uma despedida.
O que temos se vai;
O que somos fica. "